15 de jan de 2010

"Aquecimento Global": Uma mentira que gera R$

Toda alteração brusca natural ou humana, acaba exigindo dos homens uma adaptação rápida. Essa adaptação rápida influencia todas as esferas da sociedade, inclusive a econômica. Alguns produtos ou serviços caem, indo de encontro a falência, outros surgem e há ainda aqueles que ressurgem das cinzas. Logicamente, industrias que produzem a nova necessidade enriquecem rapidamente e é nesta sacada, que muitas pessoas com alto poder político e de influência criam essas “alterações naturais” fictícias para fazer surgir novas necessidades de produtos, serviço e até comportamentos, tudo com intuito de manejar a população e os novos mercados, antes supérfluos ou inócuos.

É neste contexto de redefinição de industria e comportamentos que surge a farsa do “Aquecimento Global Antopogênico ou Antromorfico”. Ancorado por Al Gore, o documentário que popularizou toda a mentirada tem o nome de “Verdade Inconveniente”, o que nos faz pensar: como pode algo tão inconveniente ser discutido tão amplamente pelos líderes mundiais?

Se formos imaginar quanto de dinheiro a farsa pode render, algumas dezenas de TRILHÕES, veremos que ela não é tão inconveniente aos políticos do mundo. Sem falar na fabricação de novos heróis, não é só no Brasil que falta um ícone. Al Gore, com este documentário ganhou o prêmio Nobel da paz e multiplicou seu patrimônio por dez. Obama antes de ser eleito e pouco tempo após, não andava, flutuava. Foi tratado e comportou-se como um messias.

Nas televisões o urso polar ganhou destaque ao ficar sobre um pedaço de gelo e esqueceram de dizer que ele é um exímio nadador e chega a roçar-se no gelo tal a temperatura positiva que há interiormente. Não faltam provas da farsa do AGA, a internet é um prato cheio pra quem se cansa das apologias da tevê e nas livrarias já existem refutações a nova religião do mundo: os ecochatos. Quem não lembra do “Buraco de Ozônio”? a moda passou e quem ganhou foram os inventores da nova tecnologia de refrigeração de geladeiras. Com o “AGA” surgirão produtos e tecnologias “auto-sustentáveis” e com certeza mais caros e monopolizados.

A questão é: quando as grandes empresas de comunicação vão promover um debate justo entre aqueles de defendem o “AGA” e aqueles que provam sua inexistência? Isso eu não sei, numa época de jornalismo pop e sem criatividade e compromisso com os fatos fica difícil. Só sei que, pra fazer justiça, a Rede Bandeirantes saiu na frente e já faz algum tempo.


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