8 de jan de 2010

Unificação: a alma das utopias

Repudio toda e qualquer forma de unificação, pois com o falso argumento de "união" essas correntes são na verdade  intolerantes as diferenças. A unificação deseja unicamente eleger um líder supremo ao qual é delegado o futuro de todos os envolvidos, derespeitando a vontade de cada um e indo contra os pricípios democráticos de direito. Além de tudo, transforma a sociedade no significado total de démodé com suas padronizações que mais parecem sociedades primitivas ou a antiga URSS.

Tudo isso parece muito antigo, mas a utopia de uma sociedade igualitária volta com tudo com os globalistas. Sim, eles querem uma sociedade igual, implantar um Estado mundial. Não existirá mais nações e sim mundo, não existirá mais religiões e sim uma única religião, não haverá sexo masculino e feminino. Olavo de Carvalho define bem os globalsitas:

"...a ascensão de elites globalistas, desligadas de qualquer interesse nacional identificável e empenhadas na construção não somente de um Estado mundial mas de uma pseudocivilização planetária unificada, inteiramente artificial, concebida não como expressão da sociedade mas como instrumento de controle da sociedade pelo Estado; segundo, os progressos fabulosos das ciências humanas, que depositam nas mãos dessas elites meios de dominação social jamais sonhados pelos tiranos de outras épocas."

Todo esse papo de unificação, além de desrespeitoso, tirano, utópico é também brega como aquela musiquinha chata de John Lennon, Imagine. Não existiu, não existe e nunca existirá uma sociedade perfeita e todos sabem disso. Quem propõe um desses paraísos na terra, pode ter certeza que não é boa coisa, pois exigirá sacrifícios, como as mais de 100 MILHÕES DE PESSOAS MORTAS pelos regimes comunistas em volta do mundo. Lógico que, as maiores vítimas são os pobres, justamente os ditos beneficiários de tais regimes unificantes e globalizantes. A ditadura do proletariado proposto por Marx, não passa de um grande exército de pobres ignorantes dispostos a dar a vida pela ascensão de um tirano, de fato cada indivíduo é considerado descartável aos olhos do deus unificado.

Todas essas ameaças são bastante antigas, só mudaram os verbos, os substantivos, moldaram-se ao mundo moderno. As promessas são as mesmas, dar poder aos pobres. Os sacrifícios também, os métodos de trabalho não mudaram. Nada nessa história da humanidade é novo, é tudo uma repetição. Mas será que é necessário morrer mais 100 MILHÕES DE PESSOAS? 

Para concluir: repudio toda e qualquer forma de unificação e padronização, seja na religião, na política ou em qualquer área da vida. Não faço parte de uma manada pronta para mudar de direção ao som do berrante.

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