9 de mar de 2010

Aos que odeiam o capitalismo

“Seus cérebros são casas de hospedagem, mas sem dono; os outros pensam por eles, que no íntimo agradecem esse favor.” (José Ingenieros)

Vemos e ouvimos por aí, nas mesas redondas das universidades, nos trios elétricos dos sindicatos e nos movimentos “sociais” a pregação do ódio ao capitalismo. São meros repetidores de seus líderes. Sem estudo, sem bibliografia, apenas repetem.

A emancipação humana de que tanto falam, está longe do caminho que percorrem. No mínimo o que espera esses guiados é correntes, paredões de fuzilamento, trabalhos forçados e a destruição literal de uma sociedade pluralista.

A cegueira é típica de adeptos de seitas religiosas. Existem males no capitalismo, mas as benesses são incomparáveis e inalcançáveis por qualquer outro sistema, se é que exista outro. Combater a única alternativa que está dando certo e se revigorando ao longo dos tempos é uma fabulosa burrice a serviço da inveja comunista.

A cada frase formulada por essas pessoas me arrepio. Odeiam o capitalismo com suas câmeras digitais, iphones e carros do ano. Nunca viveriam em Cuba, na China ou na Coréia do Norte. Com certeza preferem Nova Iorque, Londres e Zurique.

O ódio ao capitalismo, então é algo digno de um trabalho científico. Poderia ser comparado ao ódio que a domestica tem de sua patroa que, quanto mais agrada a doméstica, lhe enchendo de presentes, favores e mimos; mais emana a vontade de combatê-la.

Caracterizados pela inconsistência dos argumentos, pela incoerência dos atos os comunistas são pessoas sem crença nos ideais, por isso sua simpatia pelos inescrupulosos caudilhos e a apatia aos valores democráticos. Sua ideologia é o túmulo da razão. Para finalizar, um ponto em comum a todos os comunistas que independem da classe social e dos matizes individuais, é a aversão a verdade.    


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