29 de mar de 2010

Petrobrás: masoquismo nacional

Ai daquele político que falar em privatizar a Petrobrás. É fim de carreira, é exotismo político, é antipatriota e entreguista. Mas é só o consumidor chegar às bombas dos postos de gasolina que o choro começa. Gosta de sofrer este sujeito chamado brasileiro.

A “auto-suficiência” não derrubou os preços, ao contrário, a cada dia mais aumenta. Sem falar no “ouro” nacional, a “solução” para o fim da guerra do petróleo, o famigerado etanol que, além de poluir mais que o ouro preto e ter gasolina aditivada em sua solução química já batem recordes de preços e ainda por cima o consumidor tem que fazer cálculos para saber se compensa colocar álcool ou gasolina no seu carro, no caso de quem tem um automóvel flex.

Este monstro que tem lucros capitalistas explora de maneira comunista e aparelha de forma fisiologista, nada mais é que uma das fontes extras dos políticos. Como toda estatal, é mal gerenciada e os cargos são todos de indicações políticas, só pessoas inaptas para exercer os cargos.

A solução é vender, de modo que o Estado mantenha uma boa fiscalização sobre os novos donos. Assim nos livramos de um monstro, pagaremos menos por combustível e os políticos ficaram tristes, razão para nos alegrar-mos.


Está de suicidar!

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