6 de abr de 2010

Celso Amorim apoiava José Serra

É verdade que a política externa brasileira foi um total fracasso nesses tempos de Celso Amorim. Uma trapalhada atrás da outra, incoerência detectada até por crianças, apoiar ditadores que pretendem guerra nuclear e assim ambicionar uma cadeira de segurança na ONU. Segundo FHC, Celso Amorim não era assim na gestão dele, no governo Lula ele mudou.

Parece que Lula deu a ele a ordem da arrogância e ele seguiu direitinho. Mas agora, Celso sofreu um belo ataque da oposição, leia: “Ao classificar Amorim de "neo-petista", o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) criticou a política externa brasileira no que diz respeito à proximidade com líderes de esquerda sul-americanos e a abertura de embaixadas brasileiras em uma série países durante o governo petista

Tasso Jereissati ainda deixou Celso mais constrangido quando disse: "O seu candidato foi o Serra. O senhor trabalhou para ser ministro das Relações Exteriores. Aliás, o senhor começou como collorido, na época do Collor. Vossa Excelência sempre agiu em todos os governos de maneira absolutamente irreparável, só faço referência ao seu neo-petismo, que é comovente

O senador cearense ainda dá pistas de como será a política externa brasileira caso Serra vença as eleições: "Não temos do ponto de vista econômica nenhuma dessas ações de apoio a essas fanfarras, a roubos desses líderes latino-americanos ou africanos. Sair abrindo embaixada em toda esquina,em todo paizinho que não tem o menor sentido por US$ 400 mil porque uma empreiteira quer construir um aeroporto, acho que Vossa Excelência se enganou", disse o tucano.

Essa sim seria uma política externa mais saudável: menos gastos com embaixadas inócuas, o não apoio a ditadores latino-americanos ou africanos e o fim da obsessão da cadeira no Conselho de Segurança na ONU.


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