10 de abr de 2010

Cidadão estatizado, pobreza perpetuada.

A estatização na América do Sul tem uma conotação altamente positiva. Isso devido ao teor comunista na sociedade, a pobreza e o populismo. O comunismo trabalha na ação cegadora como ideologia antológica daquela que propõe a privatização como propulsão desenvolvimentista, o liberalismo. Os comunistas criam, através de máquina difamatória, mitos desfavoráveis e mentirosos em relação aos liberais e esconde o fracasso que foi no resto do mundo; que é na Coréia do Norte, Cuba e demais; e que sempre será, pois a ideologia comunista é amparada por ideais estritamente antimeritórios e incapazes acima de tudo.

A pobreza é outro fator que faz preponderar a ilusão estatal, pois gera sentimentos ruins em cada cidadão, principalmente o sentimento da impotência. O cidadão crê que somente um “salvador” poderá aliviar o sofrimento das pessoas pobres e acabam caindo nas falácias dos populistas, que sempre jogam a culpa nos países mais ricos criando hostilizações e um clima de guerra para camuflar a sua incompetência. A única esperança que resta seria o Estado. 

O populista atua quase sempre como um “messias”. Com um pronunciamento que traz uma solução rápida e fácil esconde sua sede tirânica. Quando chega ao poder torna-se um ditador, tirando a liberdade individual de todos, exigindo um sacrifício para chegar a solução da pobreza, que antes parecia fácil. Mesmo com todo o poder centralizado em suas mãos ele não chega ao sucesso econômico e, sobretudo, ao social. Alega mil e uma conspirações, mascarando o seu real intuito, o dinheiro e o poder. Assim o povo se divide em apoio, os que apóiam acreditando que as soluções dos problemas do país estão sempre na sua eminência e se propõe ao sacrifício duradouro; os que não apóiam já sacaram ou nunca acreditaram nos atos do populista.

Depois de comentar alguns dos motivos que levam as pessoas a acreditarem que a estatização poderia suprir as necessidades básicas e fazer crescer um país, vamos falar dela propriamente, da sua ineficácia.

Uma empresa estatal é geralmente grande em rendimento, artesanal em serviços e possui uma folha de pagamento de preço altíssimo. São verdadeiras minas para os políticos, um recreio de desvio de dinheiro e a grande chance de um populista fincar seus pés no poder por punhado de anos. A receita de uma estatal é usada para enriquecimento ilícito, compra de apoio político, aparelhamento partidário e alvo de interesseiros. Quando criticam a privatização sempre levantam a tese do interesse estrito no lucro, mas ignoram que os serviços são muito melhores e cabe ao Estado fiscalizar a empresa privada e impedir preços abusivos. Novas tecnologias, mais empregos e a abertura ao ensino e capacitação tecnológica são alguns dos vários benefícios de uma empresa privatizada.

Enfim, a empresa estatal nunca serve aos interesses do povo, tem um serviço jurássico e são apenas benefícios para os políticos que defendem um sistema feudal, onde fica mais fácil enriquecer ilicitamente. A estatização é um elemento que coíbe o crescimento, adestra o voto, ilude o cidadão e alimenta utopias. É fruto da ignorância política e do fechamento de um país para o mundo e o crescimento tecnológico, estão sempre a bel prazer, arrogância e de cofres abertos para satisfazer as loucuras de um líder populista, um ditador atroz. Se o povo pobre e miserável da América do Sul conhecesse as benesses de uma economia liberal, talvez nunca mais quisessem um sistema falido que é o comunismo, pelo menos por umas três gerações.  


 Veja o vídeo: O petróleo é deles

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