29 de abr de 2010

Não houve privataria e sim privatização

A Justiça decidiu que não houve ilegalidade no processo de privatização da Telebrás e inocentou ex-integrantes do governo Fernando Henrique Cardoso de todas as acusações a que eles respondiam há mais de uma década. O governo arrecadou R$ 22 bilhões, 63% acima do preço mínimo de venda.

O juiz (Tourinho Neto) afirma que “não está demonstrada a má fé, premissa do ato ilegal, para impor-se uma condenação aos réus". "Também não se vislumbrou ofensa aos princípios constitucionais da administração pública". Diz ainda que a anulação da privatização "não atenderia ao interesse público e poderia causar inúmeros prejuízos".

A sentença trouxe alívio ao ex-ministro das Comunicações: “Acho que os 12 anos valem a pena por saber que daqui para frente as pessoas tem uma visão clara do que nós fizemos e não uma visão distorcida pela luta política. O governo fez agora um leilão importante que foi o leilão de Belo Monte, da usina, e eles agiram com os mesmos instrumentos que nós tínhamos agido no caso da Telebrás”, declarou.

O Palácio do Planalto não comentou a declaração do ex-ministro Mendonça de Barros. Jornal Nacional

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