29 de abr de 2010

O PT não se corrompeu quando chegou ao poder, é por natureza

João Vaccari Neto, tem uma "relação umbilical" com o grupo Schahin. Segundo Funaro, a Schahin é "alvo de uma série de investigações do Ministério Público, da Justiça Federal e da Polícia Civil paulista como um dos grupos que cometeram as maiores fraudes financeiras nos últimos anos".

"Os contratos têm todo tipo de problema como lavagem de dinheiro, evasão de divisas e conta laranja", acusou"

Funaro acusa o partido e o ex-ministro José Dirceu de causarem prejuízos milionários tanto ao Portus quanto ao Petros, fundo dos funcionários da Petrobras. Em março, a revista Veja revelou que Funaro também forneceu detalhes inéditos da maneira como os petistas teriam canalizado dinheiro para o caixa clandestino do partido. Apresentou, inclusive, o nome do que pode vir a ser o 41º réu do processo que apura o mensalão, o tesoureiro João Vaccari Neto.

O advogado de Vaccari, Luiz Flávio D'Urso, afirmou que Vaccari vai comparecer à acareação se for convocado. "O Vaccari não tem receio", disse. Sobre as acusações que Funaro fez em relação à uma suposta relação do petista com a Schahin o advogado classificou como "bobagem". "Isso não procede", disse D'Urso. Vaccari tem novo depoimento marcado na CPI no dia 4 de maio.EstadãoOnline

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