22 de jun de 2010

Aborto: uma prática da ignorância primitiva

Qualquer pessoa se indignaria com a prática do infanticídio da tribo indígena Suruwaha, exceto aquelas adeptas de uma antropologia fanática, que alegam ser uma prática normal por fazer parte da identidade da comunidade em questão e defedem o infanticídio. José de Alencar, por exemplo, era um escravocrata de carteirinha, pois dizia ser aquela prática de comprar escravos africanos fazer parte da identidade tradicionalista do Brasil. Voltando ao assunto do infanticídio, geralmente as tribos indígenas adotam a prática, quando a criança nasce com alguma deficiência, costumam pensar que a criança está sem alma e que pode trazer maus eventos à toda a tribo. Por isso a pressão sobre os pais, os encarregados de matar o próprio filho em nome do "bem" de todos.

Estes argumentos são tão velhos como esses que ouvimos agora do abortistas. A criança sem alma que atrai os agoros da tribo infanticída é a criança que não é criança, é feto sem vida que pode trazer dificuldades de sobrevivência para uma pessoa que não "escolheu" ter engravidado. A legislação que proíbe o crime pode ser considerada os atores externos que afetam a originalidade de uma tribo, mas neste caso, a liberdade individual de matar outro indivíduo. Viram ? Nos encaxamos direitinho numa tribo primitiva.

Existem pessoas a favor do aborto em casos extremos, como o estupro. Casos como esses são a minoria, mas os abortistas maximizam e faz parecer que o aborto é algo exclusivo de mulheres que sofrem a violência sexual. Outra falácia é aquele que diz que existem milhares de mulheres jovens morrendo por meio do aborto clandestino e que é preciso legalizar a matança, para que todas as mulheres tenham acesso a uma clínica especializada de aborto. Ou seja, aborto tornaria-se um grande mercado clínico, muito lucrativo. E você duvida de que existam interesses de fábricas farmacêuticas envolvidas por tras de tudo isso?

Segundo pesquisas, a maioria da população é contra o ato do aborto, mas o lobby é grande e forte: nas novelas, no congresso e nos movimentos feministas. Construir clínicas especializadas e legais para o aborto é como construir rodovias exclusivas para mototristas embriagados, concentrações governamentais para drogados se entorpecerem com segurança, crianças destinadas aos pedofilos, etc. Seria o crime legalizado, é legal mas é imoral!


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