29 de jun de 2010

Laquê no cérebro: as socialites que se reuniram com Dilma têm medo dos radicais

A grande preocupação de empresárias e socialites que se reuniram na sexta-feira com Dilma na casa de Abilio Diniz, do Pão de Açúcar, era saber como ela, se eleita presidente, lidará com "os radicais do PT".

"Lula conseguiu segurá-los. E ela? É nosso medo", diz uma das convidadas. Dilma disse que o PT é seu "menor problema", pois "amadureceu" no poder. Quem não se adaptou deixou o partido. Folha



Síndrome de Estocolmo ou burrice? PT protege sequestradores de Abílio Diniz.

Abilio Diniz foi seqüestrado numa manhã de dezembro de 1989, quando ia para o trabalho em sua Mercedes. Foi fechado por dois veículos. Recebeu uma coronhada na cabeça, jogaram-no num carro disfarçado de ambulância e o levaram para uma casa alugada no bairro do Jabaquara, em São Paulo. Ali, a quadrilha tinha armas pesadas e um caixão, para o caso de precisarem matar o empresário. Diniz passou seis dias num cubículo ao qual só se tinha acesso por um poço seco. Respirava com dificuldade e Christine ocupava as horas de ócio apontando uma arma para sua cabeça. Por uma pista deixada por um dos dez seqüestradores, a polícia achou o cativeiro. Diniz foi libertado sem pagar o resgate de 32 milhões de dólares e os seqüestradores se renderam. Diniz saiu barbado, magro e trôpego. "Foram os piores dias da minha vida", disse, ao ser solto.


O PT, movido pelo cacoete de abraçar qualquer causa em que vislumbre uma oportunidade de constranger o governo, desfraldou imediatamente a bandeira dos presos. Para apoiar o coro foi criado um organismo de ocasião, um Comitê pela Libertação dos Presos Políticos Internacionalistas. Segundo a própria organização, ela é formada pelo PT, PC do B, MST (sim, trabalhadores sem-terra!), os centros de direitos humanos da OAB e dos Advogados Criminalistas, o Sindicato dos Advogados e o Centro Acadêmico XI de Agosto, entre outras entidades. Veja


Nenhum comentário: