2 de ago de 2010

Isto é Cuba, o regime que conta com o endosso de Lula



Ambas são do ex-boxeador cubano Ariel Sigler Amaya, agora com 46 anos. A primeira é de quando ele foi preso pelo regime castrista, em 2003, na chamada Primavera Negra. A outra é de meados do mês passado, ao deixar o cárcere e se exilar na Espanha. Quando Fidel o mandou para as masmorras, ele pesava 93 quilos. Ao deixar a cadeia, estava reduzido a 48 de pele e ossos, distribuídos em 1m82.

Qual foi a doença que acometeu Amaya, que o deixou, inclusive, numa cadeira de rodas? Ditadura. Professor de Educação Física, ele foi condenado a 20 anos de cadeia. Seu crime foi guardar em casa livros sobre… democracia!

Amaya desenvolveu, sim, uma doença catalogada pela medicina, mas cuja tradução é política: polineuropatia. Como informa reportagem da VEJA desta semana, o mal decorre da falta de vitaminas — ou seja, da desnutrição. Sem contar, evidentemente, tortura, espancamentos, falta de assistência médica…

Lula, como sabemos, não gosta de se meter nesses assuntos, a menos que seja para livrar seus amigos ditadores de “incômodos”. No ano em que Amaya foi preso, o petista foi eleito presidente. Algum tempo depois, fez um discurso saudando o fato de que os partidos que compunham o Foro de São Paulo estavam chegando ao poder na América Latina.

O Foro de São Paulo é aquela entidade, da qual as Farc fizeram parte, que Lula fundou com Fidel Castro, o homem que reduziu Amaya ao farrapo humano que se vê acima. É com países como Cuba e o Irã que o Babalorixá pretende fundar uma nova ordem mundial. Dos Estados Unidos, ele não gosta muito, não. Acha o país, sei lá…, um pouco “imperialista” demais! Sem contar que Obama vive tentando empanar seu brilho…

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