5 de ago de 2010

MST de Rainha Jr. faz campanha pró-Dilma

Ninguém apóia ninguém sem esperar alguma paga. Toda essa mobilização dos grupos invasores, em torno da candidata petista, visa assegurar que suas ações predatórias continuem contando com o respaldo do futuro governo, caso ela venha a ganhar nas próximas eleições. Com o agravante do novo texto do PNDH-3, que propõe uma espécie de “tribunal especial” para julgar o direito dos invasores, em detrimento do direito da vítima, cuja propriedade foi invadida. Diante desses "juízes" fatalmente perderemos o nosso bem. O MST e afins correspondem às turbas bolivarianas do Chávez que aterrorizam a população, desapropriando suas terras, casas e comércio — por conta própria e com o aval do governo. O mais deprimente é que nos forçam a financiar tais ações contra nós mesmos. O material abaixo é da Folha. Por FDS


Grupos ligados ao MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) e outros entidades de sem-terra do Pontal do Paranapanema (extremo oeste de São Paulo) iniciaram campanha em favor de Dilma Rousseff (PT).

Os sem-terra do Pontal espalharam bandeiras e distribuíram panfletos de apoio a ela. Oficialmente o MST não apoia nenhum candidato.

Grandes bandeiras do PT, ao lado de flâmulas do MST, foram colocadas na entrada de acampamentos e assentamentos no Pontal e na região de Araçatuba (SP).

Ontem, o líder sem terra José Rainha Jr. percorreu acampamentos para pregar pela petista e atacar o presidenciável tucano, José Serra.

Segundo Rainha, a campanha vai passar por cerca de 150 assentamentos e 70 acampamentos. "Estamos mostrando que o Serra, para a nossa região, só trouxe pedágio e presídio", disse.

Em um manifesto denominado "A Nossa Tarefa", entidades defendem Dilma como "companheira" e afirmam que o "único objetivo" é eleger a petista neste ano.

"Vamos transformar cada cidadão em um soldado desta campanha, é nosso dever é nossa obrigação, não podemos ficar esperando que a nossa candidata Dilma pronuncie sobre a Reforma Agrária... Dilma será a presidenta da continuidade de um governo operário nordestino, que a elite tanto combate", afirma o panfleto.

Além do MST, o papel cita os grupos sem terra MTST, MLST, Mast e Uniterra, além da CUT (Central Única dos Trabalhadores). José Ernesto Credencio – Folha de São Paulo

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