3 de ago de 2010

Olavo de Carvalho presta homenagens a Yves Hublet: O homem que deu umas bengaladas no José Dirceu

Um comentário:

Anônimo disse...

Escritor IVES HUBLET morre em Brasília, de forma estranha, após ser preso
incomunicável.

Amigos,

Em maio deste ano, esteve no Brasil para assuntos particulares tendo,
inclusive, estado em Curitiba quando me telefonou para me cumprimentar.
Disse estar contratando a Editora Protexto, do escritor Airo Zamoner, para a
edição de mais uma obra.

Antes de retornar à Bélgica, passou por Brasília e, ao desembarcar, foi
preso, incomunicável, não tendo sequer o direito de contatar advogado ou
amigos.

Adoeceu no cárcere e foi levado a um hospital onde acabou falecendo.

Apenas esta semana, vazou a morte deste escritor paranaense, que ficou
revestida do mais absoluto silêncio dentro dos órgãos governamentais, ao
molde dos piores anos que esta Pátria teve. Será que estamos voltando aos
porões de uma ditadura?

Se a informação for verídica, tempos negros envolvem a capenga democracia e
os mais elementares direitos humanos.

"Pátria amada, salve, salve!"

Carlos Zatti - Escritor

Membro do IHGPR e do CTG Porteira Aberta

-----------------------------------NOTA: Só a "imprensa canalha de Curitiba" como diz Requião, se nega a divulgar a morte do escritor!!! -----------------------

A
morte do escritor curitibano que atacou Zé
Dirceu a bengaladas

29 jul 2010 - 15:35

O curitibano Yves Hublet ganhou destaque no Brasil no dia 29 de 2005 ao
atacar a bengaladas o então deputado José Dirceu, que estava sendo
processado por envolvimento no "mensalão". Ele era escritor e morreu na
segunda-feira (26) na capital federal em circunstâncias estranhas, segundo
relato de seu editor e amigo Airo Zamoner, da editora Protexto. Hublet
completou 72 anos em abril passado. Segundo o editor, depois do episódio da
bengalada, o escritor enfrentou vários problemas no país e mudou-se para a
Bélgica, pois tinha dupla cidadania. "Voltou em maio último para Curitiba a
fim de tratar de um livro a ser publicado por minha Editora e para tratar de
papéis de um casamento anterior, pois pretendia se casar novamente na
Europa", revela Zamoner. Segundo este, para retornar à Bélgica Yves Hublet
foi até Brasília. "Ao descer do avião foi preso em Brasília e ficou
incomunicável", segundo o editor. No presídio teria adoecido e foi
hospitalizado, sob escolta. "Alegou-se que estava com câncer. Ele teria
falado com uma assistente social e passou o telefone de uma ex-namorada de
Curitiba de nome Solange. Foi ela quem recebeu telefonema de Brasília
comunicando o falecimento do Yves. O corpo dele foi cremado por lá", informa
o editor Zamoner. Yves Hublet escreveu livros infantis como "A Grande Guerra
de Dona Baleia" e "Artes & Manhas do Mico-leão-dourado", além de histórias
em quadrinhos para a Editora Abril.