8 de abr de 2011

Das utilidades das tragédias: O psicopata Wellington Menezes e os ideólogos de plantão

Posso queimar minha língua, mas é meu comportamento diante do acontecimento lamentável que foi a chacina no colégio Tasso da Silveiro no Rio de Janeiro, analisar os fatos ao invés de tecer teorias infundadas. No entanto, já há em vários blogues essas teorias sobre a personalidade do psicopata em questão.

Dizem: "era um ultradireitista cristão"; "era um radical islâmico"; e há ainda aqueles que dizem "ele era apenas uma vítima do 'sistema' que sofreu bullying", ETC. Só faltou, embora tão absurdo, terem dito que o lençol branco em que o psicopata desejava ser enrolado após sua morte levantarem a hipótese de que era uma bandeira do Botafogo, não duvidaria, em se tratando de fanáticos. Cada ideologia ou vertente de pensamento aproveita a situação para atirar a tragédia no colo do rival. É triste!

Eu digo: ele era um louco que sabia muito bem o que estava fazendo. Paradoxal? Não! Simplesmente um monstro psicopata!

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