23 de abr de 2011

Programas habitacionais do governo marginaliza mais pobres

A classe "L" de lascada anseia por um governo que olhe realmente por ela. Sem educação, sem saúde, sem trabalho e sem moradia digna. Na FolhaSP, uma verdadeira manifestação popular. Não era sindicato ou movimento social, esses sempre teleguiados pelos políticos da esquerda, leia: 

Uma moradora de São Bernardo do Campo tentou chegar ao gabinete da presidente Dilma Rousseff, no início da tarde desta segunda-feira (25), no Palácio do Planalto, para reclamar da situação habitacional no ABC paulista. 
Com uma criança no colo, Eliane dos Santos Silva foi contida por seguranças no pé da rampa interna que dá acesso ao terceiro andar do Palácio, onde está o gabinete presidencial. 
Ela entrou no Palácio do Planalto como visitante. Mas, em seguida, aos gritos, começou a correr pelos corredores e conseguiu chegar ao Salão Nobre, no segundo andar, onde são realizadas as principais solenidades, e que dá acesso ao gabinete de Dilma. 
"Todo mundo tem direito à habitação. Eu sou mãe de três filhos. Direito para pobre, não tem. Para rico, sempre arranja uma brechinha. Todo mundo aqui pensa que pobre é burro", disse a mulher, chorando, enquanto era levada por seguranças para uma sala. 
A manifestante foi recebida por um assessor da Secretaria-Geral da Presidência, que tem, entre suas atribuições, receber demandas de movimentos sociais. Depois, foi liberada. FolhaSP

Volto. Enquanto isso a "classe média" pode ser contemplada com coberturas equipadas de piscinas e todos os mimos luxuosos pelo "Minha Casa Mina Vida". Casa de bacana. FolhaSP


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