10 de abr de 2011

Reflexão sobre artigo de Mary Zaidan

Depois de ler ótimo artigo de Mary Zaidan -  só pra ser redundante, fiquei siceramente preocupado com o futuro da política nacional. Intitulado Discriminação e Privilélio, o artigo discorre sobre a luta dos movimentos sociais em busca de privilégios trazendo a desculpa da "discriminação" e como pessoas no atual governo são tratadas como inimputáveis e também sobre as cotas políticas.

Essas aspirações políticas dos movimentos das "minorias" só vêm a confirmar um comportamento da população brasileira: conservadora e cautelosa. Diante dessa tendência, os progreçistas partiram para um lobby, que nada mais é que um GOLPE e a ditadura do proletariado de Marx dá lugar a Ditadura das Minorias. Resta a esperança de que o STF rejeite essa afronta a Carta Magna e atue como entidade civil que ouve a letra da Constituição e não consulte a voz rouca das ruas.

Uma reforma política deveria ter o intuito de trazer a participação mais efetiva do eleitor, depois o olhar mais fiscalizador do cidadão e possibilitar a atuação direta da população. Se esses projetos forem aprovados o que teremos é um afastamento ainda mais brutal da sociedade da política e isso é tudo que esses movimentos querem, afastar uma sociedade que não responde aos seus anseios viciados em mudança indiscriminada e patológica.

Só pra fechar o pensamento: chegará um dia em que, diante da urna eletrônica, ao invés de digitar o número do candidato desejado, a máquina ordenará que o eleitor vote num candidato de uma lista por ela imposta para que os quadros afirmativos seja preenchidos.

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