4 de mai de 2011

Imoral não é torturar terroristas, imoral é tratá-los como cidadãos comuns

Direitos humanos para terroristas que matam em massa civis. Será que as mesmas regalias de um criminoso comum deve beneficiar também um terrorista? Os progressistas da nossa republiqueta deveriam nos responder. Não estamos na pele de um país que sabe que qualquer distração pode ser fatal, gerar mortes em massa não para soldados, mas para pessoas inocentes que nada tem a ver com essa Jihad.

Vamos trazer o exemplo para uma situação mais íntima e atual nossa. Se hoje, na internet, alguém declarasse que em breve algum admirador doente do psicopata de Realengo iria copiar sua atuação matando dezenas de crianças e adolescentes numa escola e diante das autoridades se negasse a dizer quem e onde ocorreria o tal desastre, quem, de nós brasileiros, seria contra algumas técnicas para que o cúmplice entregasse a informação que salvaria vidas inocentes?

Com essa gente não se brinca, eles não são normais. 

Não há negociação possível com o terror. Usar as regras do direito internacional e as garantias legais com essa gente corresponde a aceitar a condição de refém de seus desígnios. Reinaldo Azevedo

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