17 de mai de 2011

Kit Gay: na contramão do combate a pedofilia; Ou: em breve, o Movimento Pedoafetivo

O que tem de conveniente e inconveniente no famigerado Kit Gay? A doutrinação com certeza é um disfarce do combate ao preconceito. Será que temos que dar um beijo gay coletivo, até heteros, para provarmos que não somos homofóbicos (ter vontade de matar gays por serem simplesmente gays)? Os vídeos do kit gay estimulam a criançada a assumir algo que elas não fazem idéia do que pode ser. O comediante do Programa Pânico, Eduardo Sterblitch por exemplo, disse em entrevista ao Jô Soares: "Quando eu era criança, queria ser gay" e o Jô retruca: "E quando parou de querer?" Ele responde: "quando eu descobri o que é que um gay faz!" 


O que é inconveniente é veicular nas escolas vídeos que ativam a libido de crianças quando se combate cada vez mais a pedofilia no Brasil. Quando se tenta proteger as crianças da idolatria do sexo que as cercam de todos os lados, justamente na escola se ensinará como ser gay. Esse é o verdadeiro intuito do movimento gay, não falo dos homossexuais que ainda tem decoro nas sua vidas particulares, mas de pessoas como os chefões do MG, Luiz Mott por exemplo pousando com crianças em desfiles de carnaval ou descrevendo seu "Moleque Ideal" em artigo que abona práticas de pedofilia.

Estranhamente os caminhos do Movimento Gay parecem se cruzar com a legalização da pedofilia como norma de superioridade, como um dia foi na antiga Roma, será que teremos em breve o Movimento Pedoafetivo? Afinal é hora de extrapolar as barreiras do preconceito, não é mesmo?

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