13 de mai de 2011

O silêncio complacente do Islã endossa as práticas terroristas

Não há quem duvide: Osama e a Al Qaeda são os maiores inimigos do islamismo. Também não questiono essa afirmação, afinal por causa desses radicais a religião foi depreciada, apesar de estranhamente a mídia global gritar em sua defesa aos quatro cantos do mundo quando eclodia uma ação terrorista. Já o erro dos cristãos, segundo os críticos progreçistas é existir.

Uma religião com centenas de milhões de fiéis e dezenas de vertentes, há de ter sim as pessoas de bem que vêem o terrorismo dos radicais com uma certa vergonha. No entanto pode-se dizer que o radicalismo terrorista islâmico é na verdade o inimigo n° 2 da religião que se diz pacífica e vítima do estigma alimentado por poucos. A sociedade está cansada de ouvir estudiosos da religião ao invés do próprios muçulmanos declararem que não querem destruir o ocidente, o cristianismo e a democracia.

Esses intelectuais, estudiosos e o politicamente correto ainda são os porta-vozes do islamismo no ocidente, não se vê claramente os seguidores de Alá mostrando seu espírito pacífico e sua abnegação pelos que fazem pessoas como Osama Bin Laden. O seu silêncio se mostra cada vez mais complacente e alimenta a teoria de que são receptadores dessa herança radical. Ou os muçulmanos se rebelam contra esse pensamento sanguinário dos radicais de forma a se mostrar para as sociedades onde se instalam cada vez mais, ou ficará insuportável crer que o islamismo é compatível com a democracia e com a convivência pacífica com outra religiões.

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