9 de mai de 2011

Osama um dia estará nos bandeirões das torcidas organizadas

Para facínoras como Guevara, a morte morrida é uma desonra. Morrer de morte matada é o primeiro caminho para a beatificação sua pelos militontos. Foi assim que Che virou santo comparado a Cristo pelos inúmeros comunistinhas de universidades, visão propagada pelas fotos de Alberto Korda em que mostrava a máquina de matar em olhar sublime.

Fidel talvez não entre no rol dos santos antiamericanos e anticapitalistas, porém será comparado a um guardião do sistema socialista e autoritário implantado em Cuba nos anos 50. Sabendo dessa posição subalterna que terá depois de sua morte ante o mito Che Guevara, é possível, que seja plantado boatos pós-morte de Castro, como por exemplo um agente da CiA ter envenenado o velho arquejante. Não duvido. Não posso duvidar.

Caminho igual ao do argentino radicado em Cuba, pode tomar Osama. A morte do terrorista ainda está quentinha, mas quando o tempo passar poderemos ver o barbudo antiocidental nas camisas de universotários das maiores universidades... ocidentais. O Antônio Conselheiro do islã será uma figura estudada nas cátedras e com a militância marxista docente e indecente virá as justificativas de uma religião oprimida e por incrível que pareça sem ser uma das tão aclamas minorias. Uma religião que enforca homossexuais e põe a mulher como uma segunda classe, paradoxos progreçistas.

Para a Al Qaeda, a morte de Osama naquelas circunstâncias só pode dar lucro: justificação do terrorismo e mais simpatizantes aliciados para o grupo. A figura do covarde que se escondia por trás da mulher estranhamente foi desmentida pela Casa Branca, um politicamente correto até na hora da morte de ícones terroristas só pode mesmo criar um mito e alimentar o antiamericanismo mundial, uma burrice Obâmica!

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