20 de jun de 2011

Movimento gay: do fanatismo a apologia

Não adianta tentar esconder, não é por luta contra o preconceito que o movimento gay pede a aprovação da PL122/06, é sim para tornar gays cidadãos com super direitos. A Constituição e o Código Penal já trata a questão da discriminação de forma muito clara, então inventou-se um problema e deu um ar de perseguição nazista.

Código Penal - Lei  nº  7.437, de 20 de dezembro de 1985
Art. 1º. Constitui contravenção, punida nos termos desta lei, a prática de atos resultantes de preconceito de raça, de cor, de sexo ou de estado civil.

Constituição - Artigo 3º 
IV - promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e QUAISQUER OUTRAS FORMA DE DISCRIMINAÇÃO.


Mas, o movimento gay quer mais, a admiração forçada, o temor de esboçar qualquer gesto que possa ser classificado por algum gay de homofóbico, o escudo contra críticas num país democrático e o enaltecimento de uma prática de cunho íntimo. Leia o parágrafo quinto da PL122:

§ 5º O disposto neste artigo envolve a prática de qualquer tipo de ação violenta, constrangedora, intimidatória ou vexatória, de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica”.

O que pode vir a ser uma ação constrangedora de “ordem moral, ética, filosófica ou psicológica” ? A censura aí já está explícita. Nenhuma obra filosófica, nenhuma pesquisa científica poderá se posicionar se for considerada constrangedora. 

Alguém poderá abjetar que a letra da lei se ajusta a sensatez que as práticas jurícas poderá pedir em vista do cotidiano, ou seja, que o movimento gay só quer ficar em paz e não vai pulhar a liberdade científica, jurídica, religiosa e filosófica. Eles semprem querem mais, como Hitler queria. Isso fica claro na declaração do deputado Jean Wyllys:

De acordo com a Bíblia, todos somos pecadores sem excessão, mas pelo o que o deputado disse os gays são uma espécie de criação superior, arianos. Não cabe a juízes ou legisladores classificar a prática homossexual como doença. Nota-se que pesquisa científica só é válida, segundo o deputado, se ela for favorável ao conceito da superioridade homossexual, os contrários serão classificados como homofóbicos e combatidos.

Um filósofo que queira tratar do assunto religioso pode qualificar religiosos como iludidos, fanáticos, moralistas, neófitos, doentes e tudo que quiser. Um exemplo de obra que trata religiosos dessa forma, mais precisamente cristãos de débeis é "Deus, um delírio" de Richard Dawkins. Mas, se uma obra de cunho filosófico for considerada homofóbica pelo movimento gay, ela terá sua reprodução proibida e o autor pode ser condenado a prisão, ou seja, o espírito inquisitor ocupa esses movimentos.

Orientação, opção, tendência, convívio, genética ou psíquica, o homossexualismo não tem uma explicação é um caso aberto e deve ser estudado, assim como há inúmeros estudos acerca da religiosidade nas pessoas, das mais variadas abordagens, inclusive -- e até de forma mais ampla -- depreciativa. 

De forma alguma este reles escriba defende o preconceito, o que combato é a PL122 que cria o super cidadão e a censura a liberdade de expressão religiosa, filosófica e científica. Aquele que prejudicar uma pessoa em razão de sua cor, sexo, religião, práticas sexuais, etc., deve responder a justiça nos termos abrangidos pelo Código Penal e Constituição.

Para encerrar, o que se esconde por trás dessa luta contra homofobia na verdade é o intuito de fazer apologia as práticas homossexuais como algo nobre, para isso primeiro tem que se extingüir qualquer opinião seja desfavorável. 

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