3 de jun de 2012

Ratão, Ratinho e Catita; Ou: Lula vai a Ratinho para salvar Haddad e todos juntos roeram a Lei

Quando bate o desespero a lei precisa ser derrubada, assim pensa e age o PT sob o comando de Lula. Eles não entram num jogo pra perder, e quando saem atrás no placar o jeito é entrar de sola nas canelas e jogar a torcida contra o juiz.

Não seria diferente no já ebulido clima das candidaturas e disputas pela prefeitura de São Paulo, aquela que o PT experimentou a pouco com Marta e foi enxotada pelos paulistanos ao ritmo de "chuta que é macumba!". Agora as prévias lulocratas do PT escolheram alguém com um Q.I. mais elevado, o Q.I. é na verdade de Quem Indicou.

E para não fugir do estilo apedêutico de explicar quase tudo na vida, vou dizer-lhes que o juiz nem deu sinal para a partida começar e o time de Lula já está sendo vencido por uma goleada daquelas aplicadas pela seleção de 70 contra qualquer seleção do norte das arábias.

Haddad, o revolucionário do Enem, saiu nas pesquisas com apenas 3% das intenções de votos para a prefeitura de São Paulo, ou seja, já segura uma lanterna nas mãos, não contando é claro com candidatos folclóricos de partidos como PSTU, PCO, etc., esses escaparam de Monteiro Lobato adicioná-los na trupe do Sítio do Picapau Amarelo.

Agora vamos tratar do assunto como se fossemos da vigilância sanitária. Lula foi no Ratinho para fazer um comício em favor de seu candidato, seria caso de cadeia em qualquer democraciazinha do mundo, mas se Sarney não pode ser julgado com igualdade perante a lei, imaginem o filho-dono-do-brasil. Com a herança que Haddad deixou a educação do Brasil, eu diria que 3% das intenções de votos poderia-se traduzi-se em 3% de contaminados. 

Então para resolver de vez o problema de Haddad, o Ratão saiu dos porões para unir-se ao gabador Ratinho e juntos tentar da forma mais imunda possível transformar o desrespeito a lei e aos juízes uma pandemia, traçar em pedaços uma Constituição que só serve para desinfetar a barbárie e deixo-los nus e imóveis perante todos. 

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